{"id":1110,"date":"2020-07-02T16:58:23","date_gmt":"2020-07-02T16:58:23","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1110"},"modified":"2020-07-02T17:13:53","modified_gmt":"2020-07-02T17:13:53","slug":"desigualdade-na-pandemia-a-realidade-das-favelas-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1110","title":{"rendered":"Desigualdade na pandemia: a realidade das favelas brasileiras"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1110\" class=\"elementor elementor-1110\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-a2cf3af elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"a2cf3af\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3895398\" data-id=\"3895398\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-76b8b1d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"76b8b1d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>\u00c0 medida que a pandemia do Novo Coronav\u00edrus persiste e dados cient\u00edficos se tornam dispon\u00edveis para a popula\u00e7\u00e3o, temos observado que a pandemia evidencia como as desigualdades socioecon\u00f4micas distribuem de maneira in\u00edqua os riscos de sa\u00fade e os econ\u00f4micos, bem como e as condi\u00e7\u00f5es para enfrentar a emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, em desfavor dos grupos j\u00e1 discriminados em outras dimens\u00f5es, como os negros e moradores das favelas. N\u00f3s, do Observat\u00f3rio das Desigualdades, insistimos em um ponto b\u00e1sico: o combate \u00e0 pandemia do Novo Coronav\u00edrus s\u00f3 ser\u00e1 eficaz quando as pol\u00edticas nacionais, estaduais e municipais de combate ao v\u00edrus considerarem as desigualdades socioecon\u00f4micas que sempre existiram na hist\u00f3ria do Brasil.<\/p><p>Os efeitos econ\u00f4micos desproporcionais t\u00eam sido maiores ainda entre os 14 milh\u00f5es de moradores de favelas, porque historicamente sofrem com a baixa escolaridade, taxas de desemprego mais altas, inser\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria no mercado de trabalho, baixo acesso \u00e0 seguridade e sal\u00e1rios mais baixos. H\u00e1 algumas semanas, o \u201cDATA Favela\u201d, do Instituto Locomotiva, em sua pesquisa intitulada \u201cPandemia na Favela\u201d, tem apontado como o COVID-19 est\u00e1 afetandode maneira mais grave os grupos mais vulner\u00e1veis.<\/p><p>Se observarmos o Gr\u00e1fico 1, percebemos que cerca de 80% das fam\u00edlias nas favelas perderam mais da metade da renda devido ao surto de Coronav\u00edrus. A situa\u00e7\u00e3o se agrava quando percebemos que 66% dos moradores em favela n\u00e3o possuem reservas financeiras suficientes para cobrir as despesas em uma semana em casa sem trabalhar. E 76% dizem que durante a epidemia, em ao menos 1 dia, faltou dinheiro para comprar comida.<\/p><p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Gr\u00e1fico 1 \u2013 Impacto do Coronav\u00edrus na Renda Familiar (em porcentagem)<\/p><figure id=\"attachment_1112\" aria-describedby=\"caption-attachment-1112\" style=\"width: 839px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1112 size-full\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/op.jpg\" alt=\"\" width=\"839\" height=\"306\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/op.jpg 839w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/op-300x109.jpg 300w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/op-768x280.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 839px) 100vw, 839px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1112\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: INSTITUTO LOCOMOTIVA &amp; CUFA (p.32,2020)<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>Essas mesmas preocupa\u00e7\u00f5es se estendem ao acesso desproporcional aos recursos do pacote de ajuda federal (Lei de n\u00ba 13.982\/2020)aprovado em resposta ao COVID-19. Enquanto a popula\u00e7\u00e3o negra \u00e9 a mais afetada economicamente em rela\u00e7\u00e3o ao mercado de trabalho nesta pandemia, somente 74%, daqueles que pediram o Aux\u00edlio Emergencial tiveram o pedido liberado. Por outro lado, tiveram um sucesso maior, os 81% dos n\u00e3o negros na libera\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio. Para os moradores de favela, a porcentagem de sucesso de aprova\u00e7\u00e3o do Auxilio Emergencial n\u00e3o chega a 60%. Estes dados correspondem a um indicativo muito importante que, em meio a pandemia, as a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o social implementadas pelo Governo Federal perante a crise econ\u00f4mica n\u00e3o est\u00e3o considerando as complexidades da desigualdade socioecon\u00f4mica relacionadas \u00e0 ra\u00e7a\/etnia ou local de moradia no Brasil.<\/p><p>O \u201cData Favela\u201d tamb\u00e9m aponta que, para a maioria das pessoas que vivem nas favelas, o Auxilio Emergencial \u00e9 um benef\u00edcio fundamental, n\u00e3o somente para a sua pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia, mas tamb\u00e9m de familiares e amigos. No Gr\u00e1fico 2, podemos notar que 96% e 88% daqueles que receberam o aux\u00edlio emergencial gastaram o dinheiro na compra de alimentos e produtos de higiene, itens fundamentais para se manter no isolamento social e enfrentar a pandemia. Por outro lado, a situa\u00e7\u00e3o extremamente dif\u00edcil enfrentada pelos mais vulner\u00e1veis n\u00e3o impede a solidariedade: cerca de 62% dos moradores de favela destinaram uma parte do valor recebido pelo Auxilio Emergencial para ajudar amigos e parentes. Isto evidencia que diante de uma dura realidade, os la\u00e7os de solidariedade s\u00e3o fortalecidos e constituem um importante meio para reparar as injusti\u00e7as sociais.<\/p><p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Gr\u00e1fico 2 \u2013 Destina\u00e7\u00e3o, entre aqueles que receberam do Aux\u00edlio Emergencial (em porcentagem)<\/p><figure id=\"attachment_1113\" aria-describedby=\"caption-attachment-1113\" style=\"width: 846px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1113 size-full\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ox.jpg\" alt=\"\" width=\"846\" height=\"275\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ox.jpg 846w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ox-300x98.jpg 300w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/ox-768x250.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 846px) 100vw, 846px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1113\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: INSTITUTO LOCOMOTIVA &amp; CUFA (p.32,2020)<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>Al\u00e9m dos problemas econ\u00f4micos agravados pela pandemia do Novo Coronav\u00edrus, as pessoas que residem em favelas podem ter a maior probabilidade de viver em \u00e1reas e resid\u00eancias mais densamente povoadas e com falta de saneamento b\u00e1sico. Em m\u00e9dia, 60% das resid\u00eancias possuem no m\u00e1ximo 2 quartos e em metade delas vivem fam\u00edlias extensas (4 ou mais pessoas) e multigeracionais (crian\u00e7as, adultos e idosos convivendo no mesmo espa\u00e7o). Desta forma, as condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de vida podem tornar mais dif\u00edceis seguir as orienta\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS): desde proteger os membros da fam\u00edlia que est\u00e3o no grupo de risco, at\u00e9 mesmo para se isolar daqueles que est\u00e3o doentes num espa\u00e7o pequeno.<\/p><p>\u00c9 importante lembrar que o impacto econ\u00f4mico e na sa\u00fade (<a href=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1080\">\u201cAs nada democr\u00e1ticas mortes por COVID-19 no Brasil\u201d<\/a>) desproporcional entre grupos raciais e \u00e9tnicosresultam de iniquidades nas condi\u00e7\u00f5es de vida, moradia e trabalho que persistem ao longo das gera\u00e7\u00f5es desde a Di\u00e1spora Negra. Portanto, precisamos que os Governos Federal, Estaduais e Municipais apoiem de forma substancial os grupos mais vulner\u00e1veis e duramente atingidos por essa pandemia.<\/p><p><em>Refer\u00eancias:<\/em><\/p><ul><li><em>INSTITUTO LOCOMOTIVA &amp; CUFA. \u201cPandemia na Favela: A Realidade de 14 milh\u00f5es de Favelados no Combate ao Novo Coronav\u00edrus\u201d . Junho de 2020.<\/em><\/li><li><em>TUON, L. \u201cNegros Pediram Mais Aux\u00edlio Emergencial, MasBrancos Tiveram Maior Sucesso\u201d. Revista Exame. Publicado em 18 de junho de 2020 no Portal Geled\u00e9s. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.geledes.org.br\/negros-pediram-mais-auxilio-emergencial-mas-brancos-tiveram-maior-sucesso\/&gt; Acesso em 28 de junho de 2020.<\/em><\/li><\/ul><p><em>Autor: Fackson Henrique Eug\u00eanio Rocha [graduando em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica na FJP], sob a orienta\u00e7\u00e3o de Bruno Lazzorotti [pesquisador na FJP]<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 medida que a pandemia do Novo Coronav\u00edrus persiste e dados cient\u00edficos se tornam dispon\u00edveis para a popula\u00e7\u00e3o, temos observado que a pandemia evidencia como as desigualdades socioecon\u00f4micas distribuem de maneira in\u00edqua os riscos de sa\u00fade e os econ\u00f4micos, bem como e as condi\u00e7\u00f5es para enfrentar a emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, em desfavor dos grupos j\u00e1 discriminados [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1113,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"0","ocean_second_sidebar":"0","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"0","ocean_custom_header_template":"0","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"0","ocean_menu_typo_font_family":"0","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"0","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"off","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1110","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1110"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1120,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1110\/revisions\/1120"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1113"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}