{"id":1125,"date":"2020-07-15T21:02:08","date_gmt":"2020-07-15T21:02:08","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1125"},"modified":"2020-07-15T21:07:29","modified_gmt":"2020-07-15T21:07:29","slug":"30-anos-do-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-o-que-avancamos-e-o-que-ainda-falta-avancar-um-olhar-sobre-a-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1125","title":{"rendered":"30 anos do Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente: o que avan\u00e7amos e o que ainda falta avan\u00e7ar &#8211; Um olhar sobre a sa\u00fade"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1125\" class=\"elementor elementor-1125\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-9562372 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"9562372\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-e98e013\" data-id=\"e98e013\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29f34ea elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"29f34ea\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">\n\n\n<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7497162 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7497162\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-d1ce65d\" data-id=\"d1ce65d\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a4c03c0 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a4c03c0\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente completou, na \u00faltima segunda-feira, 13 de julho, 30 anos. O Estatuto constituiu um passo importante para o pa\u00eds ao adotar a doutrina da prote\u00e7\u00e3o integral a crian\u00e7as e adolescentes, distribuindo \u00e0 fam\u00edlia, ao Poder P\u00fablico e a toda a sociedade a responsabilidade por assegurar, com prioridade absoluta, os direitos deste p\u00fablico. Desde a aprova\u00e7\u00e3o do Estatuto, muitas conquistas foram alcan\u00e7adas: a redu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da mortalidade infantil, os avan\u00e7os no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e a redu\u00e7\u00e3o do trabalho infantil s\u00e3o apenas algumas delas. Mas sabemos tamb\u00e9m que ainda h\u00e1 muito o que avan\u00e7ar para a redu\u00e7\u00e3o das desigualdades e a efetiva prote\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e adolescentes no pa\u00eds.<br \/>\u00c9 sobre os progressos e os problemas que ainda persistem no Brasil relativos \u00e0 garantia dos direitos das crian\u00e7as e adolescentes que iremos tratar nesta e nas pr\u00f3ximas notas deste blog esta semana. Iniciaremos abordando as quest\u00f5es relacionadas \u00e0 sa\u00fade.<\/p><p><br \/>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o Brasil se destacou por reduzir significativamente a mortalidade infantil (de crian\u00e7as at\u00e9 1 ano) e na inf\u00e2ncia (de at\u00e9 5 anos). Entre 1990 e 2017, a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1 para 13,4 mortes para cada mil nascidos vivos, uma redu\u00e7\u00e3o de 71%, conforme mostra o gr\u00e1fico 1. Em Minas Gerais, a mortalidade infantil caiu de 39 para 13,2 mortes para cada mil nascidos vivos.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 1: Taxa de mortalidade infantil \u2013 1990 a 2017 (Brasil e Minas Gerais)<\/p><figure id=\"attachment_1128\" aria-describedby=\"caption-attachment-1128\" style=\"width: 621px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1128 size-full\" title=\"Gr\u00e1fico 1: Taxa de mortalidade infantil \u2013 1990 a 2017 (Brasil e Minas Gerais) \" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/tx-mortalidade-infantil.jpg\" alt=\"\" width=\"621\" height=\"274\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/tx-mortalidade-infantil.jpg 621w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/tx-mortalidade-infantil-300x132.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 621px) 100vw, 621px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1128\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: BRASIL. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Sistema de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria. CGIAE \u2013 SIM\/Sinasc e Busca Ativa.<\/figcaption><\/figure><p>A mortalidade na inf\u00e2ncia seguiu a mesma tend\u00eancia, passando de 53,7 \u00f3bitos por mil nascidos vivos, em 1990, para 15,6 \u00f3bitos, em 2017, uma redu\u00e7\u00e3o de 71%. Conforme apontado em relat\u00f3rio da Unicef , esses bons resultados se devem a v\u00e1rios fatores, entre eles:<\/p><p>\u2022 a cria\u00e7\u00e3o do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS);<br \/>\u2022 o estabelecimento do Pacto pela Sa\u00fade (que ordena o processo de gest\u00e3o do SUS pelos estados);<br \/>\u2022 o modelo de aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica centrado na Estrat\u00e9gia de Sa\u00fade da Fam\u00edlia;<br \/>\u2022 o aumento do acesso ao pr\u00e9-natal,<br \/>\u2022 o aumento da escolaridade das m\u00e3es;<br \/>\u2022 a melhoria no acesso a \u00e1gua pot\u00e1vel e saneamento b\u00e1sico;<br \/>\u2022 a valoriza\u00e7\u00e3o do aleitamento materno e, mais recentemente, a prioriza\u00e7\u00e3o do atendimento nos servi\u00e7os de sa\u00fade a gestantes e crian\u00e7as de at\u00e9 2 anos de idade na rede p\u00fablica de sa\u00fade materna, neonatal e infantil, conhecida como Rede Cegonha;<br \/>\u2022 a alta cobertura vacinal do pa\u00eds \u2013 at\u00e9 2015, o Brasil mantinha a vacina\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as acima dos 90%, garantindo sua prote\u00e7\u00e3o contra doen\u00e7as preven\u00edveis, como poliomielite e sarampo.<\/p><p>Contudo, as desigualdades tamb\u00e9m persistem para os grupos mais vulner\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3o \u2013 meninas e meninos ind\u00edgenas t\u00eam mais de duas vezes mais risco de morrer antes de completar 1 ano do que as outras crian\u00e7as brasileiras \u2013, bem como entre as regi\u00f5es do pa\u00eds. Os estados do Norte e Nordeste apresentam as taxas de mortalidade infantil mais altas, conforme mostra o mapa abaixo.<\/p><figure id=\"attachment_1127\" aria-describedby=\"caption-attachment-1127\" style=\"width: 475px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1127 size-full\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mapa-mortalidade-infantil.jpg\" alt=\"\" width=\"475\" height=\"498\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mapa-mortalidade-infantil.jpg 475w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/mapa-mortalidade-infantil-286x300.jpg 286w\" sizes=\"(max-width: 475px) 100vw, 475px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1127\" class=\"wp-caption-text\">Elabora\u00e7\u00e3o: Unicef &#8211; 30 Anos da Conven\u00e7\u00e3o sobre os Direitos das Crian\u00e7as: avan\u00e7os e desafios para meninas e meninos no Brasil.<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>Outro aspecto importante para a avalia\u00e7\u00e3o da sa\u00fade das crian\u00e7as e adolescentes diz respeito ao acesso a \u00e1gua e saneamento, especialmente para os menores de 5 anos, que correm mais risco de morrer por doen\u00e7as infecciosas e diarreicas. O gr\u00e1fico 2 mostra que, no Brasil, 14,3% das crian\u00e7as e dos adolescentes n\u00e3o t\u00eam o direito \u00e0 \u00e1gua garantido, sendo que 7,5% t\u00eam \u00e1gua em casa, mas n\u00e3o filtrada ou procedente de fonte segura, estando em priva\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria, e 6,8% n\u00e3o contam com sistema de \u00e1gua dentro de suas casas, estando em priva\u00e7\u00e3o extrema. As priva\u00e7\u00f5es de \u00e1gua variam de acordo com a regi\u00e3o, sendo predominantes no Norte, que atingem a 36,4% das crian\u00e7as e adolescentes, e no Nordeste, com 21,4% deste p\u00fablico nessa situa\u00e7\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 2: Crian\u00e7as de 0 a 17 anos em situa\u00e7\u00e3o de priva\u00e7\u00e3o ao acesso \u00e0 \u00e1gua \u2013 Brasil e regi\u00f5es, 2015.<\/p><figure id=\"attachment_1129\" aria-describedby=\"caption-attachment-1129\" style=\"width: 336px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1129 size-full\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/agua.jpg\" alt=\"\" width=\"336\" height=\"371\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/agua.jpg 336w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/agua-272x300.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 336px) 100vw, 336px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1129\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: Pnad Cont\u00ednua, elabora\u00e7\u00e3o Unicef \u2013 Pobreza na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia.<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>J\u00e1 o gr\u00e1fico 3 refere-se ao acesso ao saneamento e mostra que 3% das crian\u00e7as e dos adolescentes n\u00e3o t\u00eam sanit\u00e1rio em casa (priva\u00e7\u00e3o extrema). Mas a principal priva\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a saneamento est\u00e1 no descarte de res\u00edduos: 21,8% das meninas e dos meninos brasileiros vivem em domic\u00edlios com apenas fossas rudimentares, uma vala ou esgoto sem tratamento (priva\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria). No total, 24,8% das crian\u00e7as e dos adolescentes est\u00e3o em priva\u00e7\u00e3o de saneamento, sendo que, neste grupo, 70% deles s\u00e3o negros. Novamente, encontram-se em pior situa\u00e7\u00e3o as crian\u00e7as e os adolescentes da Regi\u00e3o Norte, com 44,6% em situa\u00e7\u00e3o de priva\u00e7\u00e3o, e do nordeste, com 39,4% nesta situa\u00e7\u00e3o.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 3: Crian\u00e7as de 0 a 17 anos em situa\u00e7\u00e3o de priva\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao saneamento b\u00e1sico \u2013 Brasil e regi\u00f5es, 2015.<\/p><figure id=\"attachment_1129\" aria-describedby=\"caption-attachment-1129\" style=\"width: 336px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1129 size-full\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/agua.jpg\" alt=\"\" width=\"336\" height=\"371\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/agua.jpg 336w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/agua-272x300.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 336px) 100vw, 336px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1129\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: Pnad Cont\u00ednua, elabora\u00e7\u00e3o Unicef \u2013 Pobreza na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia.\u00a0<\/figcaption><\/figure><p>\u00a0<\/p><p>Portanto, o que os dados demonstram \u00e9 que o Brasil j\u00e1 avan\u00e7ou bastante na garantia do direito \u00e0 sa\u00fade das crian\u00e7as e dos adolescentes, mas ainda persistem fortes desigualdades regionais e raciais que necessitam de aten\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas. Nas pr\u00f3ximas postagens, analisaremos outros aspectos ligados \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e adolescentes no pa\u00eds.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><em>Fonte:<\/em><\/p><p><em>Unicef. 30 Anos da Conven\u00e7\u00e3o sobre os Direitos das Crian\u00e7as: avan\u00e7os e desafios para meninas e meninos no Brasil. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.unicef.org\/brazil\/sites\/unicef.org.brazil\/files\/2019-11\/br_30anos_cdc_relatorio.pdf\">https:\/\/www.unicef.org\/brazil\/sites\/unicef.org.brazil\/files\/2019-11\/br_30anos_cdc_relatorio.pdf<\/a><\/em><\/p><p><em>Unicef \u2013 Pobreza na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.unicef.org\/brazil\/sites\/unicef.org.brazil\/files\/2019-02\/pobreza_infancia_adolescencia.pdf<\/em><\/p><p>\u00a0<\/p><p><em><strong>Autora: Lu\u00edsa Filizzola [graduanda em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica pela FJP], sob a orienta\u00e7\u00e3o de Bruno Lazzarotti [pesquisador na FJP].<\/strong><\/em><\/p><p>\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente completou, na \u00faltima segunda-feira, 13 de julho, 30 anos. 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