{"id":1413,"date":"2020-11-26T11:01:39","date_gmt":"2020-11-26T11:01:39","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1413"},"modified":"2020-11-26T11:11:00","modified_gmt":"2020-11-26T11:11:00","slug":"a-quantas-anda-a-desigualdade-de-rendimentos-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1413","title":{"rendered":"A quantas anda a desigualdade de rendimentos no Brasil?"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1413\" class=\"elementor elementor-1413\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-eb674b6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"eb674b6\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4d3226f\" data-id=\"4d3226f\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-991bd80 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"991bd80\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Dando continuidade \u00e0s an\u00e1lises elaboradas a partir do rec\u00e9m lan\u00e7ado relat\u00f3rio \u201cS\u00edntese de Indicadores Sociais: Uma an\u00e1lise das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira\u201d<a href=\"https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/index.php\/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=2101760\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, do IBGE, esta nota aborda a distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos no pa\u00eds. A import\u00e2ncia desse assunto n\u00e3o \u00e9 novidade para n\u00f3s: o Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses mais desiguais do mundo, e n\u00e3o vem apresentando melhoras nesse quesito nos \u00faltimos anos. De acordo com levantamento de dados feito pelo Banco Mundial (World Bank)<a href=\"http:\/\/wdi.worldbank.org\/table\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> em 2020, o Brasil figura como o 9\u00ba pa\u00eds mais desigual entre os 164 pa\u00edses selecionados, atr\u00e1s apenas de Mo\u00e7ambique, Suazil\u00e2ndia, Rep\u00fablica Centro-Africana, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Z\u00e2mbia, Suriname, Nam\u00edbia e \u00c1frica do Sul.<\/p><p>O gr\u00e1fico 1 mostra o \u00edndice de Gini<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> do Brasil e das grandes Regi\u00f5es do pa\u00eds entre 2012 e 2019. Dele, infere-se que a partir de 2012 (0,540), primeiro ano da s\u00e9rie, houve uma queda da desigualdade do rendimento domiciliar <em>per capita <\/em>no Brasil que dura at\u00e9 o ano de 2015 (0,524), menor \u00edndice da s\u00e9rie. A partir de 2015, a desigualdade no pa\u00eds passa a aumentar, tend\u00eancia esta que se mant\u00e9m at\u00e9 2018. Em 2019, o \u00edndice de Gini do rendimento domiciliar <em>per capita <\/em>do Brasil foi de 0,543, recuando em rela\u00e7\u00e3o a 2018 (0,545), mas representando um aumento em rela\u00e7\u00e3o a 2012 e a 2015. Ou seja, houve uma melhora t\u00edmida no \u00edndice \u2013 que pode ser explicada pelo componente c\u00edclico da economia, que apresentou pequeno aquecimento ap\u00f3s grave recess\u00e3o \u2013, mas que ainda \u00e9 um regresso em rela\u00e7\u00e3o a anos relativamente recentes. \u00a0\u00a0<\/p><p>J\u00e1 no n\u00edvel das Grandes Regi\u00f5es brasileiras, em todos os anos a Regi\u00e3o Sul \u00e9 aquela com menor desigualdade de rendimentos (0,467 em 2019), em contraste com a Regi\u00e3o Nordeste, cujo Gini foi de 0,559 em 2019. Esta \u00faltima foi a Regi\u00e3o que apresentou maior crescimento percentual do indicador entre 2012 e 2019 (2,4%) e a \u00fanica a apresentar crescimento percentual em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior (2,5%) (Gr\u00e1fico 1).<\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 1: Coeficiente de Gini, segundo as Grandes Regi\u00f5es &#8211; 2012-2019<\/p><p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1414 aligncenter\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/grafico-1-1.jpg\" alt=\"\" width=\"592\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/grafico-1-1.jpg 592w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/grafico-1-1-300x149.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/p><p style=\"text-align: center;\">Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua 2012-2019.<\/p><p>Outra forma de medirmos a desigualdade de rendimentos \u00e9 olhando para a sua distribui\u00e7\u00e3o entre os segmentos da popula\u00e7\u00e3o. Em 2019, os 10% com menores rendimentos detinham apenas 0,8% do rendimento domiciliar <em>per capita <\/em>total. Se comparado com a participa\u00e7\u00e3o desse mesmo em grupo no rendimento total em 2015, verifica-se perda 24,6% de participa\u00e7\u00e3o (1,1% para 0,8%). \u00a0J\u00e1 os 10% com maiores rendimentos detinham 42,9% do rendimento total em 2019. Aumentando ainda mais o zoom na camada mais rica da popula\u00e7\u00e3o, verifica-se que os 5% mais ricos detinham 30,6% do total do rendimento domiciliar <em>per capita <\/em>em 2019 \u2013 este grupo aumentou sua participa\u00e7\u00e3o no rendimento total em 5,3% entre 2015 e 2019 (29,1% para 30,6%).<\/p><p>Estudo de Marcelo Neri para a Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas<a href=\"https:\/\/www.cps.fgv.br\/cps\/bd\/docs\/A-Escalada-da-Desigualdade-Marcelo-Neri-FGV-Social.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" name=\"_ftnref1\">[4]<\/a> confirma o aumento expressivo da desigualdade a partir do final de 2014 at\u00e9 2019: a renda dos 10% mais pobres caiu 17%, enquanto a do 1% mais rico cresceu 10%. Segundo Neri, a piora na desigualdade e na renda a partir de 2015 pode ser explicada, primeiramente, pela eleva\u00e7\u00e3o do desemprego devido \u00e0 crise econ\u00f4mica financeira iniciada em 2014. Al\u00e9m disso, houve o aumento da import\u00e2ncia do fator educa\u00e7\u00e3o na defini\u00e7\u00e3o da renda \u2013 havendo menos empresas contratando e demandando trabalho e mais pessoas procurando, quem tem mais experi\u00eancia e anos de escolaridade acaba se saindo melhor do que quem n\u00e3o tem. Ainda, a redu\u00e7\u00e3o das jornadas de trabalho e as crises na rede de prote\u00e7\u00e3o social contribu\u00edram para a queda da renda das camadas mais pobres.<\/p><p>O gr\u00e1fico 2 mostra que a popula\u00e7\u00e3o negra comp\u00f5e a base dessa pir\u00e2mide de renda e, portanto, sofre mais com o aumento da desigualdade no pa\u00eds. Na participa\u00e7\u00e3o no rendimento total por cor\/ra\u00e7a, embora em 2019 a distribui\u00e7\u00e3o geral da popula\u00e7\u00e3o brasileira tenha sido de 42,7% para a popula\u00e7\u00e3o branca e 56,3% para a popula\u00e7\u00e3o preta e parda, esta estava sobrerrepresentada entre os 10% com menores rendimentos, compondo 77% desse grupo. No outro extremo, entre os 10% com maiores rendimentos, a popula\u00e7\u00e3o branca era maioria (70,6%).<\/p><p>Gr\u00e1fico 2: Distribui\u00e7\u00e3o percentual da popula\u00e7\u00e3o, por cor ou ra\u00e7a, segundo as classes de percentual de pessoas em ordem crescente de rendimento domiciliar <em>per capita <\/em>&#8211; Brasil &#8211; 2019<\/p><p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1415 aligncenter\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/grafico-2-2.jpg\" alt=\"\" width=\"597\" height=\"323\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/grafico-2-2.jpg 597w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/grafico-2-2-300x162.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 597px) 100vw, 597px\" \/><\/p><p style=\"text-align: center;\">Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua 2019.<\/p><p>O que os dados analisados mostram \u00e9 que houve uma escalada da desigualdade de renda no Brasil entre 2015 e 2018, com uma leve revers\u00e3o desse crescimento no ano passado, como indicado pela queda do \u00edndice de Gini em 2019 em rela\u00e7\u00e3o a 2018. Contudo, a pandemia certamente constitui um grave golpe na economia do pa\u00eds e, tamb\u00e9m, na desigualdade de renda, visto que afeta mais os mais pobres, como j\u00e1 mostramos em outras oportunidades <a href=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Boletim-n%C2%BA9-Corona-com-Anexo-1.pdf\">neste blog<\/a>, o que indica para a necessidade de refor\u00e7o da rede de prote\u00e7\u00e3o social e retomada da ampla garantia dos direitos trabalhistas no pa\u00eds.<\/p><p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> S\u00edntese de indicadores sociais: uma analise das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira: 2020 \/ IBGE, Coordena\u00e7\u00e3o de Popula\u00e7\u00e3o e Indicadores Sociais. &#8211; Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/index.php\/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=2101760\">https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/index.php\/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=2101760<\/a><\/p><p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> DISTRIBUTION of income or consumption. In: WORLD BANK. World development indicators. Washington, DC, [2020]. tab. 1.3. Dispon\u00edvel em: http:\/\/wdi.worldbank.org\/table.<\/p><p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> O \u00cdndice de Gini mede o grau de concentra\u00e7\u00e3o de renda em determinado grupo e varia de 0 a 1, sendo 0 uma situa\u00e7\u00e3o de completa igualdade, e 1 uma situa\u00e7\u00e3o de completa desigualdade.<\/p><p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[4]<\/a> NERI, Marcelo<strong>. A escalada da Desigualdade \u2013 Qual foi o impacto da crise sobre a distribui\u00e7\u00e3o de renda e a pobreza?<\/strong> FGV Social, ago, 2019. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.cps.fgv.br\/cps\/bd\/docs\/A-Escalada-da-Desigualdade-Marcelo-Neri-FGV-Social.pdf\">https:\/\/www.cps.fgv.br\/cps\/bd\/docs\/A-Escalada-da-Desigualdade-Marcelo-Neri-FGV-Social.pdf<\/a><\/p><p><em>Autora: Lu\u00edsa Filizzola, graduanda em Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica na FJP, sob orienta\u00e7\u00e3o de Bruno Lazzarotti, pesquisador na FJP. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dando continuidade \u00e0s an\u00e1lises elaboradas a partir do rec\u00e9m lan\u00e7ado relat\u00f3rio \u201cS\u00edntese de Indicadores Sociais: Uma an\u00e1lise das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira\u201d[1], do IBGE, esta nota aborda a distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos no pa\u00eds. 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