{"id":2158,"date":"2021-11-19T17:23:16","date_gmt":"2021-11-19T17:23:16","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2158"},"modified":"2021-11-19T17:27:49","modified_gmt":"2021-11-19T17:27:49","slug":"producoes-trajetorias-e-consciencia-negra-para-ver-e-refletir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2158","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00f5es, trajet\u00f3rias e consci\u00eancia negra: para ver e refletir"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2158\" class=\"elementor elementor-2158\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-365f598 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"365f598\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1f21485\" data-id=\"1f21485\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4ba95cc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4ba95cc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"font-weight: 400;\">Chegado o \u00faltimo post desta s\u00e9rie que se iniciou nesta semana com dicas de livros, passando por dicas de \u00e1lbuns, hoje iremos trazer algumas produ\u00e7\u00f5es audiovisuais que nos fazem refletir sobre as rela\u00e7\u00f5es raciais, suas desigualdades e a import\u00e2ncia da valoriza\u00e7\u00e3o da cultura negra.\u00a0<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>1 &#8211; Or\u00ed &#8211; Raquel Gerber (1989)<\/b><\/p><p><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1PBQutmbrgakx63IUUD8qOgIM2wKVId4n\/view\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1PBQutmbrgakx63IUUD8qOgIM2wKVId4n\/view<\/span><\/a><\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa primeira dica de hoje se trata do document\u00e1rio Or\u00ed, de Raquel Gerber, que toma como pano de fundo a hist\u00f3ria de vida de Beatriz Nascimento, trazendo um panorama da articula\u00e7\u00e3o dos movimentos negros ao final da d\u00e9cada de 1970, at\u00e9 o fim da d\u00e9cada de 1980. Tamb\u00e9m sobre a vida de Beatriz Nascimento, indicamos o livro de Alex Ratts \u201cEu sou atl\u00e2ntica: sobre a trajet\u00f3ria de vida de Beatriz Nascimento\u201d: <\/span><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/www.imprensaoficial.com.br\/downloads\/pdf\/projetossociais\/eusouatlantica.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.imprensaoficial.com.br\/downloads\/pdf\/projetossociais\/eusouatlantica.pdf<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, e o evento relaizado em 17\/11, pelo Grupo de Pesquisa Estado, G\u00eanero e Diversidade (Egedi) da FJPi, sobre o pensamento da autora: <\/span><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=chk2NsgC58Q\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=chk2NsgC58Q<\/span><\/a><\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Este document\u00e1rio \u00e9 um importante registro deste per\u00edodo e dessa historiadora que deve ser revisitada, por suas contribui\u00e7\u00f5es em pensamentos sobre a articula\u00e7\u00e3o entre ra\u00e7a, classe e g\u00eanero. \u00c9 tamb\u00e9m poss\u00edvel apreender o debate sobre quilombos urbanos, sobre a constru\u00e7\u00e3o de novos conceitos e abordagens que ainda nos atravessam por meio da hist\u00f3ria oficial e da forma como constru\u00edmos nosso pensamento de forma colonializada.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>2 &#8211; Bluesman &#8211; Baco Exu do Blues (2019)<\/b><\/p><p><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-xFz8zZo-Dw\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=-xFz8zZo-Dw<\/span><\/a><\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa segunda dica \u00e9 um curta que venceu o Gran Prix (grande pr\u00eamio) do Cannes Lions &#8211; Festival Internacional de Criatividade, um dos mais importantes do mercado de publicidade do mundo: Bluesman, de Baco Exu do Blues, dirigido por Douglas Ratzlaff Bernardt.\u00a0 Neste curta, s\u00e3o utilizados trechos de m\u00fasicas do \u00e1lbum hom\u00f4nimo de Baco, que n\u00e3o entrou na nossa dica de ontem, mas poderia: <\/span><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/0QMVSKhzT4u2DEd8qdlz4I?si=g4n1eoccQ62DxtE6l0T94w&amp;utm_source=copy-link\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/open.spotify.com\/album\/0QMVSKhzT4u2DEd8qdlz4I?si=g4n1eoccQ62DxtE6l0T94w&amp;utm_source=copy-link<\/span><\/a><\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">A produ\u00e7\u00e3o desenvolvida ao longo do curta aponta para elementos do racismo estrutural, da valoriza\u00e7\u00e3o da cultura negra, explorando e desconstruindo imagens estereotipadas de pessoas negras, bem como os lugares e espa\u00e7os que o racismo estrutural trata de marcar. Neste sentido, \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o que vale ser vista, revista, sempre com a possibilidade de novas percep\u00e7\u00f5es que se abrem ao compreendermos a din\u00e2mica das rela\u00e7\u00f5es raciais no Brasil.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste sentido, reproduzimos abaixo uma tabela presente no Boletim n\u00ba 07 do Observat\u00f3rio das Desigualdades (<\/span><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Boletim-n%C2%BA7.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Boletim-n%C2%BA7.pdf<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">). Nesta tabela, \u00e9 poss\u00edvel perceber a representa\u00e7\u00e3o de fatores contingenciais que marcam a forma como as rela\u00e7\u00f5es raciais s\u00e3o vivenciadas. Chama aten\u00e7\u00e3o o \u201cLugar\u201d e as \u201c\u00e1reas duras\u201d, que correspondem ao mercado de trabalho, espa\u00e7o no qual o pacto narc\u00edsico da branquitude opera de forma mais direta e estruturada. Por isso \u00e9 importante que tenhamos cada vez mais produ\u00e7\u00f5es com estas e reprodu\u00e7\u00f5es em nossa vida cotidiana, de desconstru\u00e7\u00e3o dessas estruturas.\u00a0<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-2159 aligncenter\" src=\"http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem1.png\" alt=\"\" width=\"463\" height=\"580\" \/><\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, o quadro representa a complexidade das rela\u00e7\u00f5es raciais no Brasil e a import\u00e2ncia de nos aprofundarmos nos debates, estudos e avan\u00e7armos em propostas que de fato avancem sobre essa pauta, sempre em articula\u00e7\u00e3o com classe e g\u00eanero, um elemento importante que deveria ser adicionado de forma transversal \u00e0s quest\u00f5es apontadas na tabela.\u00a0\u00a0<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>3 &#8211; Hair Love &#8211; Matthew A. Cherry (2019)<\/b><\/p><p><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=kNw8V_Fkw28\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=kNw8V_Fkw28<\/span><\/a><\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa terceira dica tamb\u00e9m \u00e9 um curta, premiado na cerim\u00f4nia do Oscar de 2020: Hair Love, que retrata um importante elemento de representatividade, e que tamb\u00e9m pode ser visto no livreto que acompanha o livro \u201cMulheres negras e gestoras: porque sim\u201d, presente no primeiro post desta s\u00e9rie: \u201cHist\u00f3ria da Malu\u201d: <\/span><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1F-2QXWjy8zVSFo-z38t5nbAxFmnqzdoA\/view\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1F-2QXWjy8zVSFo-z38t5nbAxFmnqzdoA\/view<\/span><\/a><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao ver o curta, \u00e9 importante refletir sobre elementos est\u00e9ticos que marcam as rela\u00e7\u00f5es raciais no Brasil. Nilma Lino Gomes (2017) <strong>[1]<\/strong><\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> apresenta o corpo como um elemento que se destaca nessa din\u00e2mica de resist\u00eancia sociocultural, mas tamb\u00e9m se apresenta como opress\u00e3o e nega\u00e7\u00e3o. \u201cNo caso dos negros, o cabelo \u00e9 visto como um sinal diacr\u00edtico que imprime a marca da negritude no corpo\u201d (GOMES, 2017, p. 194).\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Tratar o cabelo do negro como \u201cruim\u201d \u00e9 express\u00e3o do racismo e das desigualdade racial que vive o sujeito. Altera\u00e7\u00f5es no cabelo, para uma pessoa negra, significa mais do que uma quest\u00e3o de vaidade ou tratamento est\u00e9tico, representam quest\u00f5es identit\u00e1rias: \u201cO cabelo como \u00edcone identit\u00e1rio se destaca nesse processo de tens\u00e3o, desde a recria\u00e7\u00e3o de penteados africanos, passando por uma estiliza\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria do negro no Novo Mundo, at\u00e9 os impactos do branqueamento\u201d (GOMES, 2017, p. 112)<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Gomes (2017) tamb\u00e9m discute a quest\u00e3o da identidade negra e aponta que, para que se altere a autoimagem desfavor\u00e1vel dos negros e sua imagem social, \u00e9 preciso ir al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es individuais, uma vez que desde a escravid\u00e3o o homem e a mulher negra carregam o estigma da inferioridade de seus tra\u00e7os est\u00e9ticos A autora ainda aponta que, no contexto da \u00c1frica pr\u00e9-colonial, o cabelo era visto como s\u00edmbolo de status, realeza e poder, e, a partir da escravid\u00e3o, \u00e9 visto como s\u00edmbolo de inferioridade. Entre as muitas formas de viol\u00eancia impostas aos escravos e \u00e0s escravas ao longo da escravid\u00e3o, uma delas era a raspagem do cabelo. Para muitas etnias africanas, o cabelo era considerado uma marca identit\u00e1ria, deste modo, sua raspagem significava uma mutila\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Com essas dicas e reflex\u00f5es, encerramos essa s\u00e9rie de posts, com dicas de livros, m\u00fasicas e produ\u00e7\u00f5es audiovisuais, ressaltando a import\u00e2ncia de nos aprofundarmos nas leituras, estudos e consumo de outras m\u00eddias e produ\u00e7\u00f5es que apresentem o debate da quest\u00e3o racial, pois essa percep\u00e7\u00e3o mais profunda da quest\u00e3o \u00e9 parte fundamental da nossa forma\u00e7\u00e3o e permite agir sobre os reais problemas, de forma articulada, inclusive para a formula\u00e7\u00e3o de Pol\u00edticas P\u00fablicas.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, trazemos como indica\u00e7\u00e3o um v\u00eddeo produzido anteriormente pelo Observat\u00f3rio das Desigualdades, sobre o tema:\u00a0 <\/span><span style=\"color: #000080;\"><a style=\"color: #000080;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bTo1DIdW1kU\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bTo1DIdW1kU<\/span><\/a><\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>Autor: Matheus Arcelo<\/strong><\/p><p>*O Observat\u00f3rio das Desigualdades \u00e9 um projeto de extens\u00e3o. O conte\u00fado e as opini\u00f5es expressas n\u00e3o refletem necessariamente o posicionamento da Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro ou do CORECON \u2013 MG.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>[1]<span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">GOMES,\u00a0 Nilma Lino<\/span><b>.<\/b> <b>Sem perder a raiz: <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Corpo e cabelo como s\u00edmbolos da identidade negra.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o Paulo.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Aut\u00eantica Editora, 2017.<\/span><\/p><p>IMAGEM DA CAPA: Se o cinema \u00e9 a 7\u00b0 Arte, quais s\u00e3o as outras? Retirado do blog &#8220;Geek Qu\u00e2ntico&#8221;. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/geekquantico.com.br\/se-o-cinema-e-a-7o-arte-quais-sao-as-outras\/\">https:\/\/geekquantico.com.br\/se-o-cinema-e-a-7o-arte-quais-sao-as-outras\/<\/a>. Acesso em: 19 de nov. 2021.\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chegado o \u00faltimo post desta s\u00e9rie que se iniciou nesta semana com dicas de livros, passando por dicas de \u00e1lbuns, hoje iremos trazer algumas produ\u00e7\u00f5es audiovisuais que nos fazem refletir sobre as rela\u00e7\u00f5es raciais, suas desigualdades e a import\u00e2ncia da valoriza\u00e7\u00e3o da cultura negra.\u00a0 \u00a0 1 &#8211; Or\u00ed &#8211; Raquel Gerber (1989) https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1PBQutmbrgakx63IUUD8qOgIM2wKVId4n\/view \u00a0 Nossa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2160,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2158","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2158","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2158"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2158\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2163,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2158\/revisions\/2163"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2160"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2158"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2158"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2158"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}