{"id":2717,"date":"2022-12-21T19:16:57","date_gmt":"2022-12-21T19:16:57","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2717"},"modified":"2023-01-10T15:35:24","modified_gmt":"2023-01-10T15:35:24","slug":"sintese-dos-indicadores-sociais-um-retrato-dos-desafios-nas-politicas-publicas-de-saude-para-os-proximos-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2717","title":{"rendered":"S\u00edntese dos Indicadores Sociais: um retrato dos desafios nas pol\u00edticas p\u00fablicas de sa\u00fade para os pr\u00f3ximos anos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2717\" class=\"elementor elementor-2717\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-11a8818 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"11a8818\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cbe4d9c\" data-id=\"cbe4d9c\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6342b64 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6342b64\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>A pandemia da Covid-19 evidenciou mais uma vez o modo como as desigualdades sociais e a pobreza se expressam nas condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, tornando a popula\u00e7\u00e3o pobre e marginalizada mais vulner\u00e1vel tamb\u00e9m deste ponto de vista. A inseguran\u00e7a alimentar, a insufici\u00eancia de renda e a falta de acesso a recursos de higiene b\u00e1sicos e a servi\u00e7os de sa\u00fade, para al\u00e9m de fatores biol\u00f3gicos e individuais, s\u00e3o determinantes para o bem-estar em sa\u00fade. A S\u00edntese dos Indicadores Sociais, divulgada este m\u00eas pelo IBGE, consolida informa\u00e7\u00f5es sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores de sa\u00fade, evidenciando que as desigualdades no acesso \u00e0 sa\u00fade foram acentuadas pela pandemia. <br \/>Para contextualizar o cen\u00e1rio brasileiro, \u00e9 necess\u00e1rio retomar o comportamento dos indicadores gerais de pobreza e desigualdade de renda no Brasil, que se relacionam diretamente \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o. O \u00cdndice de Gini aumentou 3,9% entre 2020 e 2021, atingindo 0,524. Na mesma linha, o percentual de pessoas em extrema pobreza tamb\u00e9m aumentou de 5,7%, em 2020, para 8,4% da popula\u00e7\u00e3o, em 2021. Em rela\u00e7\u00e3o ao mercado de trabalho, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o passou de 11,8% em 2019 para 13,8% em 2020 e 14,0% em 2021, al\u00e9m do crescimento da taxa de informalidade e da precariza\u00e7\u00e3o do trabalho [1]. A infla\u00e7\u00e3o crescente no per\u00edodo ainda afetou de forma mais intensa a parcela da popula\u00e7\u00e3o com rendimentos mais baixos, com impacto mais relevante sobre os itens de alimenta\u00e7\u00e3o. <br \/>A seguran\u00e7a alimentar [2] \u00e9 uma dimens\u00e3o fundamental para a sa\u00fade que apresentou piora a partir da pandemia, afetada pelos fatores descritos (renda, trabalho e pre\u00e7os dos alimentos). Em 2020, 55,2% da popula\u00e7\u00e3o enfrentava algum n\u00edvel de inseguran\u00e7a alimentar, percentual que subiu para 58,7% em 2021, de acordo com os dados representados no gr\u00e1fico 1. Al\u00e9m disso, as propor\u00e7\u00f5es de inseguran\u00e7a alimentar moderada e grave subiram de 11,5% para 15,2% e de 9,0% para 15,5%, respectivamente. <\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 1 &#8211; Preval\u00eancia domiciliar de seguran\u00e7a alimentar e de inseguran\u00e7a alimentar (Brasil &#8211; 2020\/2021)<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-28b1974 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"28b1974\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"287\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Grafico-1-1.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-2718\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Grafico-1-1.png 512w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Grafico-1-1-300x168.png 300w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-42e5506 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"42e5506\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\">Fonte: IBGE (2022)<\/p><p>A partir do indicador de desnutri\u00e7\u00e3o para crian\u00e7as de 0 a 4 anos, percebe-se que esse problema \u00e9 mais frequente entre crian\u00e7as pardas e pretas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s brancas. Em 2021, a taxa de desnutri\u00e7\u00e3o entre meninos pardos nessa faixa de idade era de 8,5%, enquanto para os brancos era de 5,4% (IBGE, 2022).<br \/>A taxa de mortalidade \u00e9 um indicador tradicionalmente utilizado para mensurar as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o, utilizado no estudo do IBGE a partir dos dados do Sistema de Informa\u00e7\u00f5es sobre Mortalidade (SIM). Entre 2010 e 2019, a taxa de mortalidade no Brasil apresentou um crescimento m\u00e9dio anual de 1,1%. Com a pandemia da Covid-19, esse crescimento passou para 15,3% entre 2019 e 2020 e chegou a 16,8% entre 2020 e 2021. <br \/>Analisando cada regi\u00e3o em particular (tabela 1), em 2020 h\u00e1 uma acelera\u00e7\u00e3o da varia\u00e7\u00e3o do percentual de \u00f3bitos, com destaque para a regi\u00e3o Norte, o que reflete a dificuldade inicial de implementa\u00e7\u00e3o de medidas de enfrentamento \u00e0 doen\u00e7a. J\u00e1 em 2021, o crescimento acelera ainda mais nas regi\u00f5es Sul, Centro-Oeste e Sudeste e desacelera nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. Nesse sentido, o relat\u00f3rio do IBGE destaca as caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e epidemiol\u00f3gicas da Covid-19, al\u00e9m do contexto social, econ\u00f4mico e pol\u00edtico para o enfrentamento \u00e0 pandemia, marcado pela prec\u00e1ria articula\u00e7\u00e3o nacional com os governos regionais, as desigualdades de acesso a recursos e o impacto positivo da vacina\u00e7\u00e3o. <\/p><p style=\"text-align: center;\">Tabela 1 &#8211; Varia\u00e7\u00e3o anual percentual de \u00f3bitos, por per\u00edodo, segundo as Grandes Regi\u00f5es &#8211; Brasil &#8211; 2018-2021<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5d38070 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"5d38070\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"143\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Tabela-1.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-2719\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Tabela-1.png 512w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Tabela-1-300x84.png 300w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-093cfde elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"093cfde\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\">Fonte: IBGE (2022)<\/p><p>Um fator que influenciou a ado\u00e7\u00e3o de medidas de enfrentamento \u00e0 pandemia foi o tamanho da popula\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios. A sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica de profissionais de sa\u00fade em car\u00e1ter de urg\u00eancia, por exemplo, ocorreu em 84,2% dos munic\u00edpios com mais de 500.000 habitantes, enquanto n\u00e3o alcan\u00e7ou 60% em nenhuma das outras faixas de popula\u00e7\u00e3o (tabela 2). Isso pode estar relacionado ao papel de aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria dos pequenos munic\u00edpios, enquanto a preocupa\u00e7\u00e3o com interna\u00e7\u00f5es e UTIs se concentra em munic\u00edpios maiores. A amplia\u00e7\u00e3o do n\u00famero de leitos, as san\u00e7\u00f5es de desrespeito \u00e0s normas de isolamento e a continuidade dos atendimentos a doentes cr\u00f4nicos tamb\u00e9m foram mais frequentes em munic\u00edpios maiores.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Tabela 2 &#8211; Munic\u00edpios e propor\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o residente em Munic\u00edpios com medidas ou a\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 pandemia de COVID-19 e onde o n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es ultrapassou a capacidade, segundo as classes de tamanho da popula\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios &#8211; Brasil &#8211; 2020<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6c7fa9f elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"6c7fa9f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"469\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Tabela-2.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-2720\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Tabela-2.png 512w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Tabela-2-300x275.png 300w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-349c216 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"349c216\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\">Fonte: IBGE (2022)<\/p><p>Os problemas agravados a partir do per\u00edodo da pandemia, como a inseguran\u00e7a alimentar e a mortalidade, exigem interven\u00e7\u00f5es por meio de pol\u00edticas p\u00fablicas de sa\u00fade efetivas, que observem as desigualdades que marcam o Brasil. Nesse sentido, h\u00e1 um longo caminho para a retomada da qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o e dos avan\u00e7os no Sistema \u00danico de Sa\u00fade.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>Elabora\u00e7\u00e3o: Anna Clara Mattos, sob a orienta\u00e7\u00e3o de Bruno Lazzarotti<\/p><p>*O Observat\u00f3rio das Desigualdades \u00e9 um projeto de extens\u00e3o. O conte\u00fado e as opini\u00f5es expressas n\u00e3o refletem necessariamente o posicionamento da Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro ou do CORECON \u2013 MG.<\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>Notas<\/strong><br \/>[1] S\u00edntese dos Indicadores Sociais: o mercado de trabalho brasileiro http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2711<br \/>[2] Para saber mais sobre o tema, acesse o Boletim n\u00b0 14: \u201cM\u00e1quina do tempo: o Brasil de volta ao Mapa da Fome\u201d http:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?page_id=162<\/p><p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><br \/>IBGE. Si\u0301ntese de Indicadores Sociais: Uma ana\u0301lise das condic\u0327o\u0303es de vida da populac\u0327a\u0303o brasileira 2022. Dispon\u00edvel em:&lt;https:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101979.pdf&gt;<\/p><p>Brasil perdeu 23.091 leitos hospitalares em dez anos. Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios, 2018. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.cnm.org.br\/biblioteca\/exibe\/3622&gt;. Acesso em: 20 dez. 2022.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia da Covid-19 evidenciou mais uma vez o modo como as desigualdades sociais e a pobreza se expressam nas condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, tornando a popula\u00e7\u00e3o pobre e marginalizada mais vulner\u00e1vel tamb\u00e9m deste ponto de vista. 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