{"id":2955,"date":"2023-04-05T12:23:22","date_gmt":"2023-04-05T12:23:22","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2955"},"modified":"2024-05-27T20:21:32","modified_gmt":"2024-05-27T20:21:32","slug":"machismo-e-racismo-no-mercado-de-trabalho-mineiro-desigualdades-reveladas-pelo-observatorio-do-trabalho-de-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=2955","title":{"rendered":"Machismo e racismo no mercado de trabalho mineiro: desigualdades reveladas pelo Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2955\" class=\"elementor elementor-2955\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7541479 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7541479\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3538991\" data-id=\"3538991\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-842c127 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"842c127\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais, uma colabora\u00e7\u00e3o entre a Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro e a Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, divulgou em mar\u00e7o um boletim sobre o mercado de trabalho feminino em 2022 [1], estabelecendo uma compara\u00e7\u00e3o com o contexto pr\u00e9-pandemia. Como mostra Raies (2021) [2], a sobrecarga com o trabalho dom\u00e9stico e de cuidados n\u00e3o remunerado e o direcionamento das mulheres a ocupa\u00e7\u00f5es menos valorizadas no mercado de trabalho s\u00e3o os dois principais pilares da desigualdade de g\u00eanero nessa esfera. Com a pandemia, essa realidade foi ainda mais descortinada, principalmente em fun\u00e7\u00e3o do aumento da sobrecarga das mulheres com o trabalho dom\u00e9stico, resultante do fechamento das escolas e da maior presen\u00e7a dos membros da fam\u00edlia em casa. Nesse sentido, o boletim apresenta tr\u00eas dimens\u00f5es principais: a taxa de participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho, os postos de trabalho que elas ocupam e a desigualdade de g\u00eanero nos rendimentos do trabalho em Minas Gerais.<\/p><p>Para discutir a participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho, \u00e9 imprescind\u00edvel reconhecer o impacto do trabalho dom\u00e9stico sobre essa quest\u00e3o e a necess\u00e1ria reorganiza\u00e7\u00e3o dessas responsabilidades para tornar a participa\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. Conforme o boletim, o fechamento de escolas e creches e de empresas e neg\u00f3cios que concentravam m\u00e3o de obra feminina, al\u00e9m dos efeitos de restri\u00e7\u00f5es macroecon\u00f4micas, resultaram na sa\u00edda de mulheres do mercado de trabalho. A taxa de participa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, representada no gr\u00e1fico 1, reflete essa situa\u00e7\u00e3o: enquanto, em 2020, as taxas de participa\u00e7\u00e3o de homens brancos e negros ca\u00edram em 1,5 e 3,0 pontos percentuais (p.p.), respectivamente, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a taxa das mulheres brancas caiu 4,2 p.p. e a das mulheres negras caiu 4,9 p.p. Comparando a participa\u00e7\u00e3o entre mulheres e homens em 2022, as mulheres negras ficaram 18,5 p.p. e as brancas 20,1 p.p. abaixo da taxa dos homens brancos.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 1: Evolu\u00e7\u00e3o da taxa de participa\u00e7\u00e3o segundo sexo e ra\u00e7a ou cor (Minas Gerais, 2012 &#8211; 2022)<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c7673ec elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"c7673ec\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"445\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.42-768x445.jpeg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-image-2956\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.42-768x445.jpeg 768w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.42-300x174.jpeg 300w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.42-1024x594.jpeg 1024w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.42.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6023905 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6023905\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\">Fonte: Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais (2023)<\/p><p>Os motivos para os indiv\u00edduos fora da for\u00e7a de trabalho n\u00e3o desejarem &#8211; ou, mais frequentemente, n\u00e3o poderem &#8211; trabalhar explicitam o impacto da divis\u00e3o sexual do trabalho sobre as mulheres [3], na medida em que a ocupa\u00e7\u00e3o com os trabalhos dom\u00e9sticos, com filhos e com outros parentes foi o motivo mais frequente entre as mulheres, em 32,4% dos casos, percentual quase dez vezes superior ao de homens que relataram o mesmo motivo, que foi de apenas 3,4%. Outro destaque no boletim \u00e9 a justificativa de n\u00e3o trabalhar por se dedicar aos estudos, utilizada por 20,3% dos homens e 12,8% das mulheres.<\/p><p>Quando se analisam g\u00eanero e ra\u00e7a de forma combinada, uma grande desigualdade percebida entre mulheres brancas e negras \u00e9 no n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o, fator fundamental para o desempenho no mercado de trabalho. Apesar de ter ocorrido aumento na propor\u00e7\u00e3o de mulheres com ensino superior completo nos dois grupos, 35,0% das brancas possuem esse n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o, contra apenas 19,9% das negras. O perfil das mulheres ocupadas mostra ainda um aumento das mulheres em condi\u00e7\u00e3o de respons\u00e1vel do domic\u00edlio, com destaque para as mulheres negras, e redu\u00e7\u00e3o do percentual delas em condi\u00e7\u00e3o de c\u00f4njuge.<\/p><p>O gr\u00e1fico 2 apresenta a distribui\u00e7\u00e3o das mulheres por condi\u00e7\u00e3o de ocupa\u00e7\u00e3o, revelando ainda mais o entrela\u00e7amento entre as desigualdades de g\u00eanero e de ra\u00e7a no mercado de trabalho. Enquanto as mulheres brancas se destacam como empregadoras &#8211; 5,2% contra 2,1% das negras &#8211; as mulheres negras se destacam como trabalhadoras dom\u00e9sticas, que caracteriza a ocupa\u00e7\u00e3o de 18,0% desse grupo, enquanto representam apenas 10,0% das mulheres brancas ocupadas.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico 2 &#8211; Distribui\u00e7\u00e3o das mulheres ocupadas por condi\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o (Minas Gerais, 2019 &#8211; 2022)<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-eebb7c6 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"eebb7c6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"385\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.43-768x385.jpeg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-image-2957\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.43-768x385.jpeg 768w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.43-300x150.jpeg 300w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.43-1024x514.jpeg 1024w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-03-31-at-16.17.43.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8904898 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8904898\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\">Fonte: Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais (2023)<\/p><p>A distribui\u00e7\u00e3o das mulheres ocupadas por grupos ocupacionais mostra uma significativa diferen\u00e7a entre o percentual por ra\u00e7a ou cor na categoria de profissionais das ci\u00eancias e intelectuais, em que se encontra 20,0% das mulheres brancas e apenas 10,2% das mulheres negras. O segundo grupo se destaca nas categorias de trabalhadoras dos servi\u00e7os e vendedoras e ocupa\u00e7\u00f5es elementares, em que se insere a ocupa\u00e7\u00e3o de empregada dom\u00e9stica.<\/p><p>Se os dados apontados at\u00e9 ent\u00e3o j\u00e1 revelam uma profunda desigualdade, as diferen\u00e7as salariais explicitam ainda mais a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero e racial no mercado de trabalho (tabela 1). A m\u00e9dia de rendimento efetivo mensal entre pessoas com ensino superior completo \u00e9 de R$ 5993,00 para homens brancos, R$ 5071 para homens negros, R$ 3771,00 para mulheres brancas e R$ 2915,00 para mulheres negras. Isso significa que a m\u00e9dia de rendimento de homens brancos com ensino superior completo \u00e9 mais que o dobro da m\u00e9dia de mulheres negras com o mesmo grau de instru\u00e7\u00e3o. Ainda que em menor propor\u00e7\u00e3o, a diferen\u00e7a de rendimento ocorre para todos os n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o, de modo que homens brancos possuem os maiores rendimentos, seguidos pelos homens negros e, em seguida, pelas mulheres brancas, recebendo os menores rendimentos as mulheres negras. Este ponto \u00e9 bastante importante, pois mostra que as desigualdades n\u00e3o s\u00e3o totalmente explicadas por elementos externos ao mercado de trabalho; n\u00e3o se devem totalmente \u00e0 escolaridade ou forma\u00e7\u00e3o. Isto evidencia o elemento de discrimina\u00e7\u00e3o racial e de g\u00eanero pr\u00f3prio do mercado de trabalho &#8211; uma dimens\u00e3o do racismo e do patriarcalismo que s\u00e3o constitutivos de nossa forma\u00e7\u00e3o social e que dessa forma devem ser compreendidos e enfrentados.<\/p><p style=\"text-align: center;\">Tabela 1 &#8211; Rendimento efetivo m\u00e9dio mensal de todos os trabalhos segundo g\u00eanero, ra\u00e7a\/cor por grau de instru\u00e7\u00e3o (Minas Gerais, 2022)<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8271594 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"8271594\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"110\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-18.29.27-768x110.jpeg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-image-2958\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-18.29.27-768x110.jpeg 768w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-18.29.27-300x43.jpeg 300w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-18.29.27-1024x147.jpeg 1024w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-18.29.27-1536x221.jpeg 1536w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-18.29.27.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c7f6fe8 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c7f6fe8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\">Fonte: Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais (2023)<\/p><p>O boletim do Observat\u00f3rio do Trabalho evidencia a desigualdade de g\u00eanero e racial que se sobrep\u00f5em criando obst\u00e1culos \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho e deixando-as em profiss\u00f5es menos valorizadas e com rendimentos muito inferiores em rela\u00e7\u00e3o aos homens. Minas Gerais se depara com uma situa\u00e7\u00e3o que exige pol\u00edticas p\u00fablicas que promovam a igualdade e a participa\u00e7\u00e3o da mulher no trabalho, olhando para a divis\u00e3o desigual do trabalho dom\u00e9stico, a dupla jornada de trabalho, a discrimina\u00e7\u00e3o no mercado e outros fatores que est\u00e3o na base dessas desigualdes.<\/p><p>Autora: Anna Clara Mattos, sob a orienta\u00e7\u00e3o de Bruno Lazzarotti<\/p><p>*O Observat\u00f3rio das Desigualdades \u00e9 um projeto de extens\u00e3o. O conte\u00fado e as opini\u00f5es expressas n\u00e3o refletem necessariamente o posicionamento da Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro ou do CORECON \u2013 MG.<\/p><p><strong>Leia mais sobre o mercado de trabalho feminino<\/strong> <\/p><p>[1] Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais. Boletim do Mercado de Trabalho Mineiro. Tem\u00e1tica Especial &#8211; Mulheres. Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro, 2023. Dispon\u00edvel em: https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1-08I1OVcmUf-n64iikGTBamadlK1KETz\/view <\/p><p>[2] No Cap\u00edtulo 3 do livro \u201cA igualdade ter\u00e1 o rosto da mulher\u201d, N\u00edcia Raies discute os impactos da pandemia sobre o trabalho das mulheres. Acesse em: https:\/\/lume.ufrgs.br\/bitstream\/handle\/10183\/230270\/001130802.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y <\/p><p>[3] O post \u201c8M: atraso e desigualdades no trabalho dom\u00e9stico\u201d aborda a divis\u00e3o sexual do trabalho e a sobrecarga das mulheres com o trabalho dom\u00e9stico. Acesse em: https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=1548<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Observat\u00f3rio do Trabalho de Minas Gerais, uma colabora\u00e7\u00e3o entre a Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro e a Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, divulgou em mar\u00e7o um boletim sobre o mercado de trabalho feminino em 2022 [1], estabelecendo uma compara\u00e7\u00e3o com o contexto pr\u00e9-pandemia. Como mostra Raies (2021) [2], a sobrecarga com o trabalho dom\u00e9stico [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2957,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"0","ocean_second_sidebar":"0","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"0","ocean_custom_header_template":"0","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"0","ocean_menu_typo_font_family":"0","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"0","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1,57,56,74],"tags":[],"class_list":["post-2955","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","category-desigualdade-racial","category-desigualde-de-genero","category-trabalho","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2955","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2955"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2955\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3764,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2955\/revisions\/3764"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2957"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2955"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2955"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2955"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}