{"id":3530,"date":"2024-03-05T21:50:09","date_gmt":"2024-03-05T21:50:09","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=3530"},"modified":"2024-05-30T23:46:46","modified_gmt":"2024-05-30T23:46:46","slug":"8m-discriminacao-de-genero-no-cuidado-medico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=3530","title":{"rendered":"8M: discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no cuidado m\u00e9dico"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"3530\" class=\"elementor elementor-3530\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-cefa3bd elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"cefa3bd\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-47fc0f6\" data-id=\"47fc0f6\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-662ab21 elementor-widget__width-initial elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"662ab21\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: justify;\">O Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de mar\u00e7o, n\u00e3o se constitui apenas como uma data comemorativa, mas principalmente como um importante s\u00edmbolo da luta feminina na garantia de direitos\u00a0 equitativos em rela\u00e7\u00e3o aos homens. Nesse sentido, o Observat\u00f3rio das Desigualdades traz a perspectiva do tratamento desigual recebido pelas mulheres no cuidado m\u00e9dico, a fim de promover a reflex\u00e3o sobre essa quest\u00e3o de grande impacto na vida das mulheres, que \u00e9, n\u00e3o obstante, negligenciada na mesma intensidade. A desigualdade no tratamento m\u00e9dico se concretiza por meio de mecanismos de <i>gaslighting <\/i>ou simplesmente pela recusa de tratamento adequado. Dessa forma, dois frequentes cen\u00e1rios em que se observa discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no \u00e2mbito m\u00e9dico s\u00e3o o atendimento de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica e no processo de tornar-se m\u00e3e, assuntos que carecem de grande aten\u00e7\u00e3o na conjuntura atual. No post a seguir, os termos \u201chomem\u201d e \u201cmulher\u201d se referem a pessoas cisg\u00eanero.\u00a0<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>O <i>gaslighting <\/i>como ferramenta de discrimina\u00e7\u00e3o m\u00e9dica<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\">O termo <i>gaslighting <\/i>\u00e9 utilizado para nomear a postura dominadora de um abusador ao manipular e banalizar informa\u00e7\u00f5es fornecidas pela sua v\u00edtima, distorcendo sua assimila\u00e7\u00e3o da realidade. Dessa forma, esse modo de opress\u00e3o pode se dar por meio do uso de frases como \u201cvoc\u00ea enlouqueceu\u201d ou \u201cvoc\u00ea n\u00e3o sabe do que fala\u201d. Nessa l\u00f3gica, a pr\u00e1tica em quest\u00e3o \u00e9 muito presente no tratamento m\u00e9dico fornecido \u00e0s mulheres, sendo a principal causa o g\u00eanero da paciente.<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: center;\"><strong>Gr\u00e1fico 1 &#8211; Percep\u00e7\u00e3o de 2000 mulheres americanas acerca das causas do <i>gaslighting<\/i> m\u00e9dico sofrido por elas<\/strong><\/p><p style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/gaslighting-medico-300x188.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" \/><\/p><p style=\"text-align: center;\">Fonte: Mira Fertility, 2023. Nota: 28% das respondentes afirmaram que a quest\u00e3o de g\u00eanero era a maior causa do problema (tradu\u00e7\u00e3o nossa)<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">No \u00e2mbito da sa\u00fade, Eldebrando e Pinto (2022) afirmam que o objetivo dessa pr\u00e1tica seria uma tentativa de autoafirma\u00e7\u00e3o do profissional da sa\u00fade em rela\u00e7\u00e3o a si mesmo, impedindo que a mulher que est\u00e1 sendo atendida possa amea\u00e7ar sua autoridade profissional, abalada pelo receio de n\u00e3o saber lidar com a demanda. Dessa maneira, muitas pacientes recebem diagn\u00f3sticos err\u00f4neos e a carga emocional de uma experi\u00eancia m\u00e9dica no m\u00ednimo constrangedora.\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Ainda, pode-se observar que, uma vez que h\u00e1 uma defasagem de conhecimento m\u00e9dico acerca da fisiologia feminina, as mulheres ficam mais propensas a serem diagnosticadas de maneira equivocada e mandadas para casa durante um ataque card\u00edaco, por exemplo, haja vista que os sintomas s\u00e3o muito distintos dos sofridos por homens (ELDEBRANDO; PINTO, 2022). Ademais, com a aus\u00eancia de interven\u00e7\u00f5es efetivas, esse ciclo de neglig\u00eancia tende a perpetuar a barreira entre m\u00e9dico e paciente, uma vez que h\u00e1 a resist\u00eancia em colocar a sa\u00fade das mulheres em foco nos estudos m\u00e9dicos.\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Sobre os preju\u00edzos que isso traz para as mulheres, \u00e9 importante ressaltar o adoecimento mental da v\u00edtima, uma vez que essa postura gera inseguran\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 autopercep\u00e7\u00e3o sobre seus sentimentos. Nesse sentido, uma carga a mais \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 mulher, uma vez que ela precisa se preocupar com a valida\u00e7\u00e3o de seus pr\u00f3prios sentimentos e sintomas ao estabelecer limites em sua consulta m\u00e9dica. Em outras palavras, as mulheres n\u00e3o precisam se preocupar apenas com explicar seus sintomas, por exemplo, mas tamb\u00e9m com fazer com que essa explica\u00e7\u00e3o seja tratada seriamente pelo profissional com que se consultam.<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Atendimentos de casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\">A viol\u00eancia dom\u00e9stica \u00e9 um assunto amplamente discutido na atualidade. Infelizmente, os avan\u00e7os conquistados na dire\u00e7\u00e3o de sua erradica\u00e7\u00e3o s\u00e3o pequenos em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 complexidade da problem\u00e1tica. Segundo dados coletados pela 10\u00aa Pesquisa DataSenado 2023, 30% das mulheres brasileiras relataram j\u00e1 ter sofrido algum tipo de viol\u00eancia dom\u00e9stica ou familiar provocada por um homem. Ainda, a pesquisa faz um recorte de renda na medida em que se afirma que as chances de uma mulher ter sofrido agress\u00e3o em algum momento de sua trajet\u00f3ria \u00e9 inversamente proporcional \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o financeira.\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Sob essa perspectiva, Terra (2017) afirma que a viol\u00eancia dom\u00e9stica de g\u00eanero configura um problema de sa\u00fade p\u00fablica que se encontra historicamente invis\u00edvel no \u00e2mbito dos servi\u00e7os de sa\u00fade. Nesse sentido, as mulheres em condi\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia s\u00e3o geralmente classificadas como casos m\u00e9dicos impratic\u00e1veis, uma vez que queixam de variados problemas e dores inexatas. Dessa maneira, suas falas a respeito da viol\u00eancia a que s\u00e3o v\u00edtimas frequentemente recebem retornos na condi\u00e7\u00e3o de conselhos dotados de moralismos e preconceito, e n\u00e3o na forma de intermedia\u00e7\u00f5es em sa\u00fade (SCHRAIBER, 2012 apud TERRA, 2017). O Gr\u00e1fico 2 mostra como muitos profissionais dos servi\u00e7os de sa\u00fade n\u00e3o possuem a seguran\u00e7a de que conseguem lidar com as mulheres em quest\u00e3o, evidenciando o despreparo do cuidado cl\u00ednico no \u00e2mbito da viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: center;\"><strong>Gr\u00e1fico 2 &#8211; Atua\u00e7\u00e3o de enfermeiros em rela\u00e7\u00e3o a casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong><\/p><p style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/atuacao-enfermeiros-violencia-domestica-300x264.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"264\" \/><\/strong><\/p><p style=\"text-align: center;\">Fonte: Revista Cient\u00edfica Multidisciplinar N\u00facleo do Conhecimento, 2021<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero como fundamento da viol\u00eancia obst\u00e9trica<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\">A viol\u00eancia obst\u00e9trica, na forma de viol\u00eancia de g\u00eanero, tem ganhado cada vez mais relev\u00e2ncia em discuss\u00f5es acerca do bem-estar das mulheres nos \u00faltimos anos. Nesse sentido, esse tipo de viol\u00eancia se caracteriza como a apropria\u00e7\u00e3o do corpo e dos processos reprodutivos das mulheres por profissionais da sa\u00fade, as desumanizando na medida em que fere sua autonomia, muitas vezes submetendo-as a procedimentos desnecess\u00e1rios. Nesse sentido, de acordo com Diniz (2009, apud BARRETO; TRAJANO, 2021), h\u00e1 a cren\u00e7a de que o corpo feminino \u00e9 \u201cessencialmente defeituoso, imprevis\u00edvel e potencialmente perigoso, portanto necessitando de corre\u00e7\u00e3o e tutela, expressas nas interven\u00e7\u00f5es.\u201d Dessa forma, a tomada do conhecimento obst\u00e9trico pelos m\u00e9dicos gerou a institucionaliza\u00e7\u00e3o do parto e deu destaque para o fen\u00f4meno denominado \u201cpessimismo fisiol\u00f3gico\u201d, no\u00e7\u00e3o que possibilita que a mulher seja subjugada ao homem, sendo limitada ao papel social de reprodu\u00e7\u00e3o.\u00a0<span style=\"font-size: 15px; color: var( --e-global-color-text );\">Nessa vis\u00e3o, para al\u00e9m da viol\u00eancia f\u00edsica, tamb\u00e9m s\u00e3o observados abusos psicol\u00f3gicos, como demonstra o gr\u00e1fico abaixo.<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: center;\"><strong>Gr\u00e1fico 3 &#8211; Viol\u00eancias praticadas no momento do parto<\/strong><\/p><p style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cuidado-medico-parto.png\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"277\" \/><\/strong><\/p><p style=\"text-align: center;\">Fonte: Nascer no Brasil<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Ainda, de acordo com um estudo explorat\u00f3rio de abordagem qualitativa realizado por Trajano e Barreto (2021), um profissional da \u00e1rea de ginecologia obstetra traz o seguinte relato:<\/p><p style=\"padding-left: 360px; text-align: justify;\">[&#8230;] mas culpa da m\u00e3e, do parto n\u00e3o t\u00e1 saindo daquele jeito que tem que sair, voc\u00ea n\u00e3o t\u00e1 fazendo for\u00e7a, voc\u00ea t\u00e1 deixando seu beb\u00ea a\u00ed, entendeu, e muitas vezes n\u00e3o \u00e9, \u00e9 exaust\u00e3o, \u00e9 realmente n\u00e3o compreender como tem que fazer a for\u00e7a, ou seja, a\u00ed tu joga pra m\u00e3e a culpa de um trabalho de parto que muitas vezes t\u00e1 at\u00e9 distociado, ou at\u00e9 uma despropor\u00e7\u00e3o, entendeu, ent\u00e3o isso a gente ainda presencia sim.\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Percebe-se que a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no cuidado m\u00e9dico permeia diversas esferas da vida das mulheres, fato esse que evidencia a import\u00e2ncia do endossamento de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas para o bem-estar feminino. Nesse sentido, o Observat\u00f3rio das Desigualdades busca dar foco para essa quest\u00e3o, incitando o debate e os consequentes progressos em prol da melhoria desse cen\u00e1rio. Assim, o dia 8 de mar\u00e7o pede muito mais do que promessas vazias de um futuro melhor, mas, sim, carece de avan\u00e7os em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 igualdade e \u00e0 dignidade.\u00a0\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p><p>Refer\u00eancias<\/p><p>ELDEBRANDO, R; PINTO, E.\u00a0Direito \u00e0 sa\u00fade da mulher: como o gaslighting contra o g\u00eanero feminino pode se manifestar em consultas m\u00e9dicas?\u00a0Anais da XVI Mostra Cient\u00edfica do CESUCA, nov. 2022. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/ojs.cesuca.edu.br\/index.php\/mostrac\/article\/view\/2280\">https:\/\/ojs.cesuca.edu.br\/index.php\/mostrac\/article\/view\/2280<\/a>&gt;.<\/p><p>BARRETO, E; TRAJANO, A.\u00a0Viol\u00eancia obst\u00e9trica na vis\u00e3o de profissionais de sa\u00fade: a quest\u00e3o de g\u00eanero como definidora da assist\u00eancia ao parto, 2021. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/icse\/a\/PDnDR5XtNdJy47fkKRW6qcw\/?lang=pt&amp;format=html\">https:\/\/www.scielo.br\/j\/icse\/a\/PDnDR5XtNdJy47fkKRW6qcw\/?lang=pt&amp;format=html<\/a>&gt;.<\/p><p>Instituto de Pesquisa DataSenado.\u00a0Pesquisa Nacional de Viol\u00eancia Contra a Mulher, 2023. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www12.senado.leg.br\/institucional\/omv\/pdfs\/destaques_pes_nacional_violencia_contra_mulher_digital.pdf\/view&gt;.<\/p><p>HALE, S.\u00a0Medical Gaslighting: Study Reveals 72% of Millennial Females Feel Dismissed by Doctors, 2023. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.miracare.com\/blog\/medical-gaslighting\/&gt;.<\/p><p>LAZZERI, T.\u00a0<a href=\"https:\/\/epoca.globo.com\/vida\/noticia\/2015\/08\/vitimas-da-violencia-obstetrica-o-lado-invisivel-do-parto.html\">V\u00edtimas da viol\u00eancia obst\u00e9trica: o lado invis\u00edvel do parto, 2015. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/epoca.globo.com\/vida\/noticia\/2015\/08\/vitimas-da-violencia-obstetrica-o-lado-invisivel-do-parto.html<\/a>&gt;.<\/p><p>ALECRIM, J et al.\u00a0Atua\u00e7\u00e3o do enfermeiro no atendimento \u00e0s crian\u00e7as e aos adolescentes v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica: na Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade, 2021. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.nucleodoconhecimento.com.br\/saude\/vitimas-de-violencia&gt;.<\/p><p>\u00a0<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Autora: Beatriz Ac\u00e1cio, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Bruno Lazzarotti<\/p><p style=\"text-align: justify;\">*O Observat\u00f3rio das Desigualdades \u00e9 um projeto de extens\u00e3o. O conte\u00fado e as opini\u00f5es expressas n\u00e3o refletem necessariamente o posicionamento da Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro ou do CORECON \u2013 MG<\/p><p style=\"text-align: justify; padding-left: 320px;\">\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de mar\u00e7o, n\u00e3o se constitui apenas como uma data comemorativa, mas principalmente como um importante s\u00edmbolo da luta feminina na garantia de direitos\u00a0 equitativos em rela\u00e7\u00e3o aos homens. 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