{"id":4056,"date":"2024-11-21T16:52:03","date_gmt":"2024-11-21T16:52:03","guid":{"rendered":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=4056"},"modified":"2024-11-21T17:13:03","modified_gmt":"2024-11-21T17:13:03","slug":"dia-da-consciencia-negra-arte-e-expressao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/?p=4056","title":{"rendered":"Dia da Consci\u00eancia Negra: Arte e Express\u00e3o"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"4056\" class=\"elementor elementor-4056\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-d0e0bd6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"d0e0bd6\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1b17ce4\" data-id=\"1b17ce4\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bb1737e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"bb1737e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para celebrar o Dia da Consci\u00eancia Negra, 20 de novembro, o Observat\u00f3rio das Desigualdades selecionou 20 obras, incluindo filmes, livros, pe\u00e7as de teatro e obras de arte, que retratam a hist\u00f3ria, a resist\u00eancia e a luta do povo negro. Essas produ\u00e7\u00f5es, que v\u00e3o do cinema \u00e0 literatura, da arte pl\u00e1stica ao teatro, oferecem uma vis\u00e3o profunda das experi\u00eancias, desafios e conquistas da popula\u00e7\u00e3o negra, al\u00e9m de destacar o impacto de suas lutas por liberdade, igualdade e dignidade. Essa sele\u00e7\u00e3o busca n\u00e3o apenas reconhecer as contribui\u00e7\u00f5es culturais e hist\u00f3ricas, mas tamb\u00e9m refletir sobre as injusti\u00e7as enfrentadas ao longo do tempo pela popula\u00e7\u00e3o negra.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Confira tamb\u00e9m nossa playlist no Spotify: https:\/\/open.spotify.com\/playlist\/3sym7h6b9jiBQ0dVrk7B7h?si=c1a8fa7354954029<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>FILMES<\/strong><\/p><p><strong>Pantera Negra (Black Panther) &#8211; 2018<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O filme da Marvel explora as quest\u00f5es de identidade, legado e lideran\u00e7a atrav\u00e9s de T&#8217;Challa, o rei de Wakanda, um pa\u00eds africano fict\u00edcio. Al\u00e9m de ser uma obra de entretenimento, &#8220;Pantera Negra&#8221; tamb\u00e9m celebra a cultura e aborda quest\u00f5es de colonialismo, racismo e empoderamento.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Dispon\u00edvel: Disney, Apple TV<\/span><\/p><p><strong>Selma: Uma Luta Pela Liberdade (Selma) &#8211; 2014<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O filme conta a hist\u00f3ria da marcha de Selma a Montgomery, liderada por Martin Luther King Jr. em 1965, na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. &#8220;Selma&#8221; ilustra a coragem e determina\u00e7\u00e3o de l\u00edderes e ativistas negros na luta contra a segrega\u00e7\u00e3o racial.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Dispon\u00edvel: Prime V\u00eddeo<\/span><\/p><p><strong>12 Anos de Escravid\u00e3o (12 Years a Slave) &#8211; 2013<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Baseado em uma hist\u00f3ria real, o filme segue a trajet\u00f3ria de Solomon Northup, um homem negro livre que \u00e9 sequestrado e vendido como escravizado. O filme \u00e9 uma reflex\u00e3o brutal sobre a escravid\u00e3o e a resist\u00eancia dos negros \u00e0 opress\u00e3o.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Dispon\u00edvel: Prime V\u00eddeo, Telecine Play<\/span><\/p><p><strong>Malcolm X &#8211; 1992<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O filme biogr\u00e1fico de Malcolm X narra a vida do ativista e l\u00edder negro, desde sua juventude, passando por sua convers\u00e3o ao Isl\u00e3 e sua luta pelos direitos dos afro-americanos at\u00e9 seu assassinato. A obra examina sua jornada de transforma\u00e7\u00e3o pessoal e seu impacto na luta contra a opress\u00e3o racial.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Dispon\u00edvel: Prime V\u00eddeo, Apple TV, Look, MUBI<\/span><\/p><p><strong>Doutor Gama &#8211; 2021<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Doutor Gama&#8221; (2021) \u00e9 um filme brasileiro dirigido por Jeferson De, que retrata a hist\u00f3ria do Lu\u00eds Gama, um dos maiores her\u00f3is da luta contra a escravid\u00e3o no Brasil e uma das figuras mais importantes da hist\u00f3ria negra brasileira. O filme \u00e9 uma cinebiografia que busca destacar a trajet\u00f3ria desse homem extraordin\u00e1rio, cuja luta pela aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o e pelos direitos dos negros no Brasil teve um impacto significativo no movimento abolicionista do pa\u00eds.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Dispon\u00edvel: Apple TV, Globoplay<\/span><\/p><p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4059\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-134932.png\" alt=\"\" width=\"478\" height=\"234\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-134932.png 478w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-134932-300x147.png 300w\" sizes=\"(max-width: 478px) 100vw, 478px\" \/><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>LIVROS<\/strong><\/p><p><strong>O Sol na Cabe\u00e7a &#8211; Geovani Martins<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uma colet\u00e2nea de contos que exploram a vida nas periferias do Rio de Janeiro, focando em jovens negros que enfrentam desafios como o tr\u00e1fico de drogas, a viol\u00eancia policial e a busca por um futuro melhor. Geovani Martins, com uma linguagem crua e direta, descreve as realidades das comunidades marginalizadas de forma visceral.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cNingu\u00e9m nasce borboleta, pensou Breno. Depois disse baixinho: A borboleta \u00e9 um presente do tempo\u201d<\/span><\/i><\/p><p><strong>Entre o Mundo e Eu (Between the World and Me) &#8211; Ta-Nehisi Coates<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este livro \u00e9 uma carta escrita por Ta-Nehisi Coates para seu filho, na qual ele reflete sobre a experi\u00eancia de ser negro nos Estados Unidos. O autor aborda quest\u00f5es de racismo, identidade e os perigos que os jovens negros enfrentam, especialmente no que diz respeito \u00e0 viol\u00eancia policial. A obra \u00e9 uma an\u00e1lise profunda da sociedade americana e do legado da escravid\u00e3o.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Essas s\u00e3o as prefer\u00eancias do pr\u00f3prio universo: verbos acima de substantivos, a\u00e7\u00f5es acima de estados, luta acima da esperan\u00e7a.&#8221;<\/span><\/i><\/p><p><strong>O Pacto da Branquitude &#8211; Djamila Ribeiro<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><b>&#8220;O Pacto da Branquitude&#8221;<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 um livro da fil\u00f3sofa e escritora brasileira <\/span><b>Djamila Ribeiro<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, lan\u00e7ado em 21 de mar\u00e7o de 2022. Nesta obra, a autora aprofunda a discuss\u00e3o sobre as estruturas de privil\u00e9gio racial, focalizando a branquitude como um sistema de poder que perpetua desigualdades sociais e raciais.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cFala-se muito na heran\u00e7a da escravid\u00e3o e nos seus impactos negativos para as popula\u00e7\u00f5es negras, mas quase nunca se fala na heran\u00e7a escravocrata e nos seus impactos positivos para as pessoas brancas.\u201d<\/span><\/i><\/p><p><strong>A Cor P\u00farpura &#8211; Alice Walker<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Este cl\u00e1ssico da literatura norte-americana narra a vida de Celie, uma mulher negra que enfrenta a opress\u00e3o, a viol\u00eancia dom\u00e9stica e o racismo no in\u00edcio do s\u00e9culo 20. A obra trata de temas como identidade, feminismo negro, resili\u00eancia e liberta\u00e7\u00e3o, explorando a jornada de uma mulher em busca de sua liberdade.<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c\u2060Eu mesmo acho que a gente t\u00e1 aqui pra se admirar. Pra admirar. Para perguntar. E admirando as grandes coisas e perguntando sobre as grandes coisas \u00e9 que a gente vai aprendendo as coisas pequenas, quase que por acaso. Mas a gente nunca sabe mais sobre as grandes coisas do que sabia quando come\u00e7ou. Quanto mais eu admiro as coisas, ele fala, mais eu amo.\u201d<\/span><\/i><\/p><p><strong>Mulheres, Ra\u00e7a e Classe &#8211; Angela Davis<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><b>&#8220;Mulheres, Ra\u00e7a e Classe&#8221;<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 uma obra seminal da ativista, fil\u00f3sofa e professora norte-americana <\/span><b>Angela Davis<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, publicada originalmente em 1981. Este livro \u00e9 um marco na interseccionalidade, abordando as interconex\u00f5es entre g\u00eanero, ra\u00e7a e classe social, e como essas categorias moldam as experi\u00eancias de opress\u00e3o e luta por direitos.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cQuando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela\u201d Angela Davis (2017)<\/span><\/i><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b>PE\u00c7AS DE TEATRO<\/b><\/p><p><strong>Mata Rasteira<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uma pe\u00e7a solo que conta a hist\u00f3ria de Nlongi, um menino angolano que \u00e9 sequestrado por escravocratas portugueses e trazido ao Brasil. A pe\u00e7a \u00e9 baseada no livro Mata Rasteira &#8211; A origem da resist\u00eancia, de Abner Laurindo.<\/span><\/p><p><strong>Sortil\u00e9gio &#8211; Mist\u00e9rio Negro<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uma pe\u00e7a escrita por Abdias Nascimento e encenada pelo Teatro Experimental do Negro (TEN) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 1957. O TEN foi criado em 1944 por Abdias Nascimento, com o objetivo de valorizar a cultura afro-brasileira e o negro por meio da arte e educa\u00e7\u00e3o. O teatro afro-brasileiro teve um papel fundamental na resist\u00eancia pol\u00edtica durante a ditadura militar, denunciando o racismo e criticando a democracia racial do governo. Alguns outros espet\u00e1culos do TEN s\u00e3o: Palmares, O Imperador Jones, Todos os Filhos de Deus T\u00eam Asas, O Moleque Sonhador, O Remorso do Negro Dami\u00e3o.<\/span><\/p><p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4060\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-134948.png\" alt=\"\" width=\"292\" height=\"393\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-134948.png 292w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-134948-223x300.png 223w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/p><p><strong>ARTISTAS PL\u00c1STICOS<\/strong><\/p><p><strong>Faith Ringgold<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Faith Ringgold \u00e9 uma artista conhecida por suas pinturas, quilt (colchas de retalhos) e por sua luta em dar voz a temas como a identidade e a experi\u00eancia da mulher negra nos Estados Unidos. Em &#8220;We the People&#8221;, ela examina a exclus\u00e3o das vozes negras da hist\u00f3ria oficial americana e traz \u00e0 tona a import\u00e2ncia de tornar vis\u00edvel a contribui\u00e7\u00e3o e a luta dos afro-americanos.<\/span><\/p><p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4061\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-135002.png\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"295\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-135002.png 435w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-135002-300x203.png 300w\" sizes=\"(max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><\/p><p style=\"text-align: center;\">Faith Ringgold<\/p><p><strong>Soberania Ziza<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A grafiteira Regina Elias, conhecida como Soberana Ziza, \u00e9 uma artista que usa o grafite para resgatar e celebrar o poder da ancestralidade negra, al\u00e9m de trabalhar com a recupera\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria e da identidade afro-brasileira. Seu trabalho \u00e9 uma verdadeira manifesta\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia e valoriza\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes culturais negras, frequentemente retratando figuras hist\u00f3ricas e mitol\u00f3gicas da di\u00e1spora africana.<\/span><\/p><p><strong>Kika Carvalho<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (UFES), \u00e9 uma artista que come\u00e7ou sua trajet\u00f3ria no grafite aos 17 anos e se tornou a primeira mulher de destaque a pintar os muros de Vit\u00f3ria, no Esp\u00edrito Santo. Sua atua\u00e7\u00e3o no universo do graffiti foi marcante, n\u00e3o s\u00f3 pela originalidade de suas obras, mas tamb\u00e9m pela quebra de barreiras em um meio predominantemente masculino. Kika se destaca pela habilidade de usar o grafite como uma ferramenta de express\u00e3o pol\u00edtica e cultural, refletindo quest\u00f5es de identidade negra, empoderamento feminino e resist\u00eancia social.<\/span><\/p><p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4058\" src=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-135030.png\" alt=\"\" width=\"298\" height=\"463\" srcset=\"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-135030.png 298w, https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Captura-de-tela-2024-11-21-135030-193x300.png 193w\" sizes=\"(max-width: 298px) 100vw, 298px\" \/><\/p><p style=\"text-align: center;\">Kika Carvalho &#8211; Piscina<\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>M\u00daSICAS<\/strong><\/p><p><strong>Negro Drama &#8211; Racionais MC&#8217;s<\/strong><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma das m\u00fasicas mais emblem\u00e1ticas do rap brasileiro, aborda as dificuldades enfrentadas pela popula\u00e7\u00e3o negra, o racismo estrutural e a viol\u00eancia policial, oferecendo uma reflex\u00e3o profunda sobre a realidade vivida nas periferias.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Negro drama, entre o sucesso e a lama<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dinheiro, problemas, invejas, luxo, fama<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Negro drama, cabelo crespo e a pele escura<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">A ferida, a chaga, \u00e0 procura da cura<\/span><\/i><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>This is America &#8211; Childish Gambino<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;This Is America&#8221; \u00e9 uma m\u00fasica do rapper e ator Childish Gambino (nome art\u00edstico de Donald Glover), lan\u00e7ada em 2018. O clipe da m\u00fasica, dirigido por Hiro Murai, rapidamente se tornou um fen\u00f4meno cultural por sua abordagem cr\u00edtica e provocativa sobre o racismo, a viol\u00eancia armada e as desigualdades sociais nos Estados Unidos.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea \u00e9 apenas um cara negro neste mundo<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea \u00e9 apenas um c\u00f3digo de barras, ayy\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea \u00e9 apenas um cara negro neste mundo\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Dirigindo carros importados<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea \u00e9 apenas um grande irm\u00e3o, sim\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu acorrentei ele no quintal Provavelmente n\u00e3o \u00e9 vida pra um cachorro\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Para um cachorro grande\u00a0<\/span><\/i><\/p><h3>\u00a0<\/h3><p><strong>Strange Fruit &#8211; Billie Holiday<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Esta m\u00fasica \u00e9 uma das mais poderosas e perturbadoras j\u00e1 feitas sobre o racismo e a viol\u00eancia contra negros nos Estados Unidos. Escrita por Abel Meeropol e imortalizada por Billie Holiday, &#8220;Strange Fruit&#8221; descreve os linchamentos de afro-americanos no sul dos EUA, usando a imagem de &#8220;frutos estranhos&#8221; pendurados nas \u00e1rvores<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c1rvores do sul produzem uma fruta estranha\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Sangue nas folhas e sangue nas ra\u00edzes\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Corpos negros balan\u00e7ando na brisa do sul\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Fruta estranha pendurada nos \u00e1lamos\u00a0<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>I Wish I Knew How It Would Feel to Be Free &#8211; Nina Simone<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Esta m\u00fasica foi escrita por Billy Taylor e Dick Dallas, e Nina Simone a tornou famosa. Ela aborda o desejo de liberdade e igualdade, destacando a dor de ser negro em uma sociedade racista. A can\u00e7\u00e3o ficou conhecida como uma esp\u00e9cie de hino dos direitos civis nos Estados Unidos.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu gostaria de saber\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Como \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de ser livre<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu gostaria de poder quebrar\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Todas as correntes que me prendem\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu gostaria de poder dizer<\/span><\/i><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>Keep Ya Head Up &#8211; 2Pac<\/strong><\/p><p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uma das can\u00e7\u00f5es mais conhecidas de Tupac Shakur, &#8220;Keep Ya Head Up&#8221; trata das dificuldades enfrentadas pelas mulheres negras, mas tamb\u00e9m aborda o racismo e a discrimina\u00e7\u00e3o em uma perspectiva mais ampla, promovendo a resist\u00eancia, a autoestima e o fortalecimento comunit\u00e1rio.<\/span><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">(Mantenha sua cabe\u00e7a erguida)\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Oh, crian\u00e7a, as coisas se tornar\u00e3o mais f\u00e1ceis\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">(Mantenha sua cabe\u00e7a erguida)\u00a0<\/span><\/i><\/p><p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Oh, crian\u00e7a, as coisas se tornar\u00e3o mais brilhantes\u00a0<\/span><\/i><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para celebrar o Dia da Consci\u00eancia Negra, 20 de novembro, o Observat\u00f3rio das Desigualdades selecionou 20 obras, incluindo filmes, livros, pe\u00e7as de teatro e obras de arte, que retratam a hist\u00f3ria, a resist\u00eancia e a luta do povo negro. Essas produ\u00e7\u00f5es, que v\u00e3o do cinema \u00e0 literatura, da arte pl\u00e1stica ao teatro, oferecem uma vis\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4060,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"0","ocean_second_sidebar":"0","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"0","ocean_custom_header_template":"0","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"0","ocean_menu_typo_font_family":"0","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"0","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-4056","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-analise","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4056"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4056\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4065,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4056\/revisions\/4065"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4060"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesigualdades.fjp.mg.gov.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/observatoriodesig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